Os primeiros convidados da Comic Con Portugal 2017

Aqui fica com algum atraso, e um pedido de desculpas pelo mesmo, as primeiras informações relativos aos convidados da CCPT 2017

A Comic Con Portugal 2017 irá realizar-se de 14 a 17 de dezembro em Matosinhos, na Exponor.

Rafael Albuquerque

Ilustrador brasileiro que dá rosto e cor à distinta série de banda desenhada: American Vampire (um best seller New York Times).   Esta obra, trouxe a Rafael a conquista do Prémio Eisner do Prémio Harvey, em 2011. Em 2005 fundou a PopArt Comics Studio (em colaboração com outros artistas) com o foco na produção de trabalhos para editoras estrangeiras. A Image Comics foi uma dessas editoras, que permitiu ao artista publicar a sua primeira graphic novel de sua autoria, intitulada de Crimeland.

O talentoso ilustrador conta com impressionantes trabalhos em resultado das colaborações com prestigiadas editoras:  Trabalhou com a Dark Horse Comics em antologias, como Tales of Fear Agent e Wonderlos. Para a BOOM! Studios , Albuquerque ilustrou obras como Savage Brother, Pirates Tales e Jeremiah Harm.

Rafael, ganhou destaque com trabalhos em colaboração com a DC Comics, tais como Blue Beetle, Robin, Batgirl e Superman/Batman. Atualmente ilustra e co-escreve a série Batman All Stars. A Marvel Comics contou também com o talento do nosso convidado em trabalhos como: Strange Adventures, Nomad: Girl Without a World, Uncanny X-Force e Wolverine.

Hermann

O artista belga Hermann, iniciou a sua carreira de ilustrador em 1966 ao dar vida à banda desenhada Bernard Prince, obra escrita por Greg e publicada na Revista Tintin. A colaboração com Greg não ficou por aqui e em 1969 começou a criar a série Western Comanche.

Ilustrador e escritor belga que deu vida, em 1977, à série de banda desenhada pós-apocalíptica Jeremiah, que mais tarde foi adaptada para uma série televisiva.

Dos notáveis trabalhos, o artista viu o seu talento a ganhar destaque com a criação da obra que nos remetia para a Idade Média, As Torres de Bois-Maury, em 1983.

Hermann já foi nomeado e venceu vários prémios de Banda Desenhada entre eles: Prémios Haxtur e Prémios Saint-Michel.

 

Hermann também criou várias romances gráficos, alguns deles em colaboração como o seu filho Yves H.  O talento deste convidado é caracterizado por um estilo realista e por histórias sombrias e misteriosas, que exploram o lado do carácter humano e da sociedade atual.

Andrzej Sapkowski

Aclamado autor de fantasia polaco, conhecido pela saga The Witcher e pela criação da personagem Geralt de Rivia

Natural da Polónia, Andrzej Sapkowski  é o vencedor de inúmeros prémios, entre eles o Zajdel Award (o mais importante reconhecimento para escritores de fantasia), o Polityka magazine’s Literature Passport, o Spanish Ignotus Award e o David Gemmell Legends Award, a sua obra já foi traduzida para mais de vinte línguas, nomeadamente inglês, checo, russo, lituano, alemão, espanhol, francês, ucraniano e português. A saga literária The Witcher inspirou uma série de videojogos de grande popularidade que vendeu mais de 20 milhões de cópias no mundo inteiro.

A Saga The Witcher

Geralt de Rivia é uma personagem aclamada no mundo da literatura fantástica e uma criação do autor polaco Andrzej Sapkowski que deu origem à saga The Witcher. Geralt é um bruxo e assassino que foi treinado desde a infância para caçar e matar monstros. O mundo em que habita é moralmente ambíguo, apesar de o protagonista conseguir manter intacto o seu código de ética. Ao longo das suas aventuras, denota-se uma forte influência da mitologia eslava, sendo o universo do The Witcher considerado por muitos como um intermédio entre a Terra Média e Westeros

A Saga The Witcher: O Videojogo

O sucesso dos livros da saga The Witcher levou a editora polaca CD Projekt a desenvolver um videojogo baseado neste universo, que foi lançado em outubro de 2007 e que teve várias versões ao longo dos anos: The Witcher (2007), The Witcher 2: Assassins of Kings (2011) e The Witcher 3: Wild Hunt (2015).

O sistema de combate em The Witcher representa uma experiência diferente em relação à maior parte dos outros jogos. O jogador pode escolher entre três estilos de luta diferentes para serem usados em situações diversas e contra inimigos distintos, podendo a qualquer momento alternar entre eles.

A alquimia é um aspeto importante do jogo. O jogador tem a possibilidade de criar poções que ajudam Geralt no seu percurso ou óleos que maximizam a destruição provocada pelas armas em combate. Outro dos aspetos que distinguem este jogo é o sistema de decisão-consequência adiado. Uma vez que as consequências das decisões tomadas poderão aparecer em jogadas posteriores do jogo, os jogadores têm de pensar criticamente antes de tomar qualquer decisão. Isto permite que o jogo tenha um sistema único de resposta, já que as consequências resultantes das decisões do jogador podem levar a eventos diferentes no futuro, e, por fi m, uma experiência de jogo distinta a cada jogada.

Os videojogos tornaram-se um fenómeno de grande popularidade, tendo vendido mais de 20 milhões de cópias no mundo inteiro.

A Saga The Witcher: A série da Netflix

A companhia polaca Platiage Image, em colaboração com o Netflix, vai desenvolver uma adaptação da obra do autor Andrzej Sapkowski, The Witcher, série que foi celebrizada pelo videojogos homónimos da CD Projekt Red. A série será desenvolvida em inglês, e no comunicado de imprensa é descrita como um drama inspirado na Saga Witcher. O escritor Andrzej Sapkowski vai participar na produção como consultor criativo.

“Andrzej Sapkowski criou um mundo rico e memorável, que é mágico e familiar,” disse o vice presidente do Netflix, Erik Barmack.

“Estou muito entusiasmado que o Netfl ix vá fazer uma adaptação das minhas histórias, de modo verdadeiro ao material original e temas das histórias que passei mais de trinta anos a escrever,» disse Sapkowski.

O talentoso Andrzej Sapkowski estará em dezembro na Comic Con Portugal 2017, fruto da colaboração da Comic Con Portugal e da Saída de Emergência.

Claire North

A escritora britânica publicou o primeiro romance de ficção científica sob o pseudónimo de Claire North em 2014, As Primeiras Quinze Vidas de Harry August, tendo sido um bestseller.

Claire North é um dos dois pseudónimos de Catherine Webb – uma autora britânica nascida em 1986. Estudou História na London School of Economics e Teatro na RADA e a sua primeira obra, Mirror Dreams, foi publicada quando tinha apenas 14 anos, em 2002, e conquistou comparações a Terry Pratchett e Phillip Pullman. Webb publicou mais sete romances, conquistando as críticas, o público e mais duas nomeações para a Carnegie. Sob o pseudónimo Kate Griffin, publicou seis obras de fantasia. Em 2014 publicou o primeiro romance de ficção científica sob o pseudónimo de Claire North, As Primeiras Quinze Vidas de Harry August, tendo sido um bestseller. Em 2015, publicou Touch e, em 2017, A Súbita Aparição de Hope Arden.

O talento de Claire North é reconhecido e aclamado mundialmente. A capacidade de criar mundos fi ccionais distintos refl ete-se nos diferentes géneros literários das suas obras e nos pseudónimos que utiliza (Catherine Webb para Young Adult, Kate Griffi n para fantasia para adultos e Claire North para fi cção). Em 2004 e 2006, Claire North foi nomeada para o prestigiado Carnegie Medal, que reconhece anualmente um livro infantil excecional, por Timekeepers The Extraordinary andUnusual Adventures of Horatio Lyle, respetivamente. O livro As Primeiras Quinze Vidas de Harry August foi nomeado para o BSFA Award para Melhor Romance (2014) e para o Arthur C. Clarke Award para Melhor Romance de Ficção Científi ca (2015) e ganhou o John Campbell Memorial Award para Melhor Romance de Ficção Científi ca de 2015. Quando questionada sobre que conselhos daria aos aspirantes a escritores, há dois que se destacam: «Escrevam sobre temas de que gostam. Será mais fácil e a leitura, melhor.»

«Se a vossa obra for publicada… não leiam as críticas. Se estão a escrever para obter elogios de outras pessoas, estão a escrever pelas razões erradas. Se estão a escrever para vender uma grande quantidade de exemplares, estão a escrever pela razão errada. Questionem-se sobre o motivo pelo qual escrevem e invistam a vossa energia emocional nele.»

O talento português desenvolveu para a Marvel a mini-série “Marvel Universe: Ultimate Spider-man”.

Nuno Plati

É  um dos autores de banda desenhada portugueses a obter reconhecimento internacional, trabalhando para empresas como a Marvel, a EA Games ou a Axis Animation.

Frequentou Design Gráfico na Faculdade de Belas Artes de Lisboa e trabalhou, entretanto, como ilustrador no design de personagens, para storyboards, e livros de banda desenhada. Em 2012 desenvolveu para a Marvel a mini-série Marvel Universe: The Ultimate Spider-man, tendo colaborada em outros trabalhos como Avengers Fairy Tales, X-23, Superior Foes of Spider-man, Alpha: Big Time, entre outro. Também participou no livro Spera, Ascension of the Starless, vol. 2 editado pela Archaia.

Nuno Saraiva

Ilustrador, autor de banda desenhada e professor português, com obras de referência como Filosofia de Ponta e Tudo Isto É Fado.

Como Ilustrador Editorial, Nuno é colaborador em praticamente toda a imprensa escrita portuguesa, com destaque para os semanários O Independente, Expresso, Sol, Record, jornal Público e Time Out Lisboa.

Autor, com Júlio Pinto, da série em banda desenhada Filosofia de Ponta (editora Contemporânea e Circulo de Leitores), Arnaldo o Pós Cataléptico e A Guarda Abília (editora Contemporânea); e a solo de Zé Inocêncio, as aventuras Extra Ordinárias de Um Falo Barato (Editora Baleia Azul); “GNR”, série pop-rock português (Edição A Bela e o Monstro); entre outros livros.

Nos últimos anos publicou com João Miguel Tavares A Crise explicada às crianças (Esfera dos Livros) com recente versão Grega (Patakis Publications); foi autor, com Paula Cardoso, da colecção de cromos da caderneta Eusébio – a vida e a carreira; ilustrou o livro Caríssimas 40 canções – Sérgio Godinho e as canções dos outros (edições Abysmo); ilustrou o conteúdo do jogo de tabuleiro Vem aí a Troika com versões em português (Tabletip Games), espanhol (Devir Ibéria) e grego (CDC); Isto é um Assalto com Francisco Louçã e Mariana Mortágua (editora Bertrand) e Aníbal Milhais – o soldado Milhões, texto de José Jorge Letria (Editora Pato Lógico).

O seu livro Tudo isto é Fado!, uma co-produção Sol, CML/EGEAC e o Museu do Fado, foi galardoado com o prémio Melhor livro de BD 2016 atribuido pelo Festival internacional de BD Amadora. Recentemente publicou Fado de Malhoa, o pintor fino da Mouraria , uma ediçãoo EGEAC e o Museu do Fado.

É Jurado dos Programas de Apoio ao Cinema, na Subprograma de Apoio à Produção, na modalidade de Apoio à Produção de Obras Cinematográficas – Categoria de Curtas-Metragens de Animação de 2015; Subprograma de Apoio à Escrita e ao Desenvolvimento de Obras Cinematográficas 2016; Subprograma de Apoio à coprodução com países de língua portuguesa 2016.

Saraiva é o autor das imagens para as FESTAS DE LISBOA’15,’16 e ’17. Por iniciativa da JFSantaMariaMaior, tem pintado vários murais em Alfama e Mouraria e participa na colecção “Sardinha by Bordallo” com a sua Sardinha do Golaço, comemorativa do feito campeão da nossa selecção no Euro 2016.

Dominic Purcell

Dominic Purcell, nasceu a 17 de fevereiro de 1970 em Merseyside na Inglaterra. Apesar das suas origens inglesas, com ascendência norueguesa (pai) e irlandesa (mãe) Dominic cresceu em Sydney (Austrália) para onde se mudou com apenas 2 anos.

Iniciou-se no mundo profissional como paisagista mas desde logo que se apercebeu que o seu futuro não passaria por aquela área. Enquanto assistia ao filme Platoon – Os Bravos do Pelotão (1986) Purcell decidiu que a representação era a sua paixão. Nos tempos que se seguirão Dominic Purcell matriculou-se em escolas de artes performativas, tais como “The Australian Theatre for Young People” e “Western Australian Academy of Permorming Arts (WAAPA)” onde teve a oportunidade de estudar com Hugh Jackman e Frances O’Connor.

O artista iniciou a sua carreira como ator há 20 anos, em 1997, com a participação na série australiana “Raw FM” onde Dominic interpretava o personagem Granger Hutton. Com apenas três anos de carreira conquistou um papel no filme “Missão Impossível II” em 2000, filmado na Austrália. O talento de Dominic destacou-se rapidamente. Em 2002 foi descoberto por um “caça talentos” americano que o trouxe para os EUA (Los Angeles).Nesse mesmo ano estreou-se na série televisiva americana “John Doe” desempenhando o papel de John Doe, um papel relevante na sua carreira. Em 2004 participou no filme “Blade: Trinity” onde deu vida à personagem Conde Drácula. No mesmo ano, fez uma participação na primeira temporada de “Dr.House” como Ed Snow.

Em 2005 estreia a série “Prison Break” e Dominic Purcell conquistou um lugar de destaque na série. Desempenha o papel de Lincoln Burrows, o irmão mais velho de Michael Scofield que foi condenado à morte pelo assassinato de Terrence Steadman, o irmão de Caroline Reynolds, vice-presidente dos Estados Unidos. Esta série foi, e ainda é, um verdadeiro sucesso e trouxe o merecido reconhecimento ao trabalho de Dominic Purcell.

Purcell integrou o elenco da série da DC  “The Flash”, em 2014, dando vida ao vilão Mick Rory/ Heat Wave. Passados dois anos, o artista volta a interpretar a mesma personagem, também numa das séries da DC, mas desta vez em “Legends of Tomorow”.

O artista conquistou em 2007, nos AACTA Awards o prémio de Melhor Ator por Prison Break e viu o seu filme, no qual foi um dos produtos “Bilabo” nomeado em 2009 para os Inside Film Awards.

Edward James Olmos

Premiado ator e diretor americano que participou em filmes como “Blade Runner”, “The Predator”, “Miami Vice” e integrou série como “Battlestar Galactica” e “Dexter”.

Edward James Olmos nasceu a 24 de fevereiro de 1947 em East Los Angeles, Califórnia. A sua vizinhança étnicamente diversificada – à qual ele se refere como uma “salad bowl”  porque cada cultura manteve as suas próprias qualidades únicas, misturando-se a um todo sem perder a sua autenticidade – contribuiu para a sua abertura e capacidade de acolher a diversidade entre as pessoas. Cresceu em  Boyle Heights – Los Angeles. “Na nossa pequena rua (Cheesbrough’s Lane), tínhamos famílias hispânicas com treze crianças, nativos americanos, coreanos, chineses, mexicanos e russos. Era um ambiente fantástico ” diz Edward James Olmos.

A mãe de Eddie, Eleanor Huizar, conheceu o seu pai, Pedro Olmos, enquanto visitava a Cidade do México. Casaram e criaram três filhos: Peter, Edward e Esperanza. Aos sete anos de idade Edward vivenciou o divorcio dos seus pais, uma fase que foi ajudada aultrapassar com o refúgio no beisebol e que o mantiveram afastado de um ambiente precário de rua. No início de sua adolescência, Edward encontrou uma nova paixão – a música. Aprendeu a cantar e a tocar piano, e em 1961 juntou-se a uma banda: os “Pacific Ocean”. O nome da banda surgiu a partir de Edward, porque era “a maior coisa na costa oeste”. Com os cabelos longos, Eddie era o principal vocalista da banda: “Eu era um terrível cantor, mas podia gritar e dançar!” refere Edward James Olmos.

Em 1968, a banda de Eddie, “Pacific Ocean lançou um albúm: “Purgatory” que  inclui músicas clássicas como: “Tracks of My Tears”, “Subterranean Homesick Blues” e “16 Tons”. No álbum, o crédito é dado ao cantor principal : Edward James Olmos como um dos autores dos arranjos musicais. Em meados da década de 1960, Eddie frequentava (durante o dia) o East Los Angeles College e a California State University e à noite jogava em clubes locais. Frequentou aulas de representação para melhorar a sua performance enquanto cantor. “Eu comecei a representar para me tornar um melhor cantor. Então tudo isto transformou a minha vida. Descobri que a “palavra falada” é mais fácil de projetar do que a “palavra cantada”” indicou Edward James Olmos.

Entretanto, numa das noites de atuação musical de Edward uma jovem entrou no clube nocturno”  Gazzarri” enquanto a banda tocava. Essa jovem era a filha do ator Howard Keel, Kaija, que  viria a ser a primeira esposa de Eddie. Eles foram casados ​​em 1971 e tiveram dois filhos, Mico e Bodie. Edward também tem dois filhos adotivos, Michael e Brandon, e duas filhas adotadas. Para sustentar sua família, Edward James Olmos assumiu vários trabalhos, onde fazia entrega de móveis antigos entre atuações e pequenos papéis na representação. Então, em 1978, durante uma audição para uma peça, foi-lhe perguntado se gostaria de tentar um papel para o “Zoot Suit” (um drama musical sobre o famoso caso da “Lagoa do sono” de 1942), no qual um grupo de jovens hispânicos foram condenados erroneamente por assassinato. Eddie deslumbrou-os na audição, falando a parte do narrador, um dialecto de rua (uma mistura de inglês, espanhol e cigano) do leste de Los Angeles. Ele ganhou o papel de El Pachuco.

O “Zoot Suit” abriu em 1978 no teatro Mark Taper com uma duração esperada de dez dias. Funcionou por um ano antes de ir à Broadway. Quando o teatro terminou, Eddie ganhou um prémio: Los Angeles Drama Critics Circle, um Prémio Teatro Mundial, e foi nomeado para um Prémio Tony.

A sua carreira na representação cresceu rápido depois disso. Em 1981, ele criou “Wolfen” com Albert Finney e, em 1982, aceitou o papel de Gaff em “Blade Runner” com Harrison Ford. Em 1984, adquiriu o controlo criativo sobre seu personagem de tenente Martin Castillo, assim Eddie se juntou ao elenco do popular “Miami Vice”. Sua popularidade e fama cresceram tremendamente com o “Miami Vice”. No entanto, Eddie conseguiu manter uma abordagem equilibrada.: “Devemos poder dizer “não” à fama e à fortuna antes de recebê-la para poder dizer “não” novamente quando envelhecer”, observa Olmos. “Se não, não teremos força e coragem para fazê-lo. A intenção deve ser pura”. Isso tornou-se novamente evidente com a sua série de televisão,”American Family” e com a mais recentemente série de sucesso: “Battlestar Galactica “.

“Battlestar Galactica” foi uma série de quatro temporadas onde obteve críticas bastante  favoráveis e tornou-se uma dos mais honradas series de ficção científica de todos os tempos, ganhando o Peabody Award e vários Emmys. Edward James Olmos entregou ao personagem principal: Almirante Adama e à série o seu coração e a alma. Ele dirigiu vários episódios de “Battlestar Galactica” e, mais recentemente, um filme “BSG” intitulado “The Plan” que foi lançado no SyFy Channel em 2010.

Eddie foi visto recentemente no papel de Michael Axford no novo filme “The Green Hornet”. A sua personagem é um ex-policia que se tornou um jornalista que relata o Green Hornet e procura revelar a sua identidade. O talentoso ator também integra o sucesso da HBO:”Dexter” como o zeloso assasino.

Edward James Olmos estará presente na Comic Con Portugal 2017 dia 14 e 15 de dezembro para conhecer e partilhar todas as suas experiências com os seus fãs.

Written By
More from aCalopsia

Saga Volume 7

Saga narra a luta de uma jovem família para encontrar o seu...
Read More

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *