Manel e André, é em Beja e em qualquer lado.

Este texto contém linguagem obscena e é capaz de ofender algumas almas mais sensíveis. Um dia destes ainda sou capaz de separar os editoriais relevantes destas tricas, arquivar estes como Polémicas de Garagem mas, por agora, siga a festa!

Porque É Que És Mau Para O André Azevedo?

Aparentemente, existe quem se interrogue sobre os motivos da crónica “Os Bedófilos CensuRatos”. Eu pensei que fossem evidentes, julguei que estavam bem explícitos na crónica mas, para quem ficou com dúvidas, fica aqui uma explicação mais detalhada.

O André Azevedo é uma pessoa impecável!

O facto de considerarem o André Azevedo uma pessoa impecável é para mim irrelevante, não estava a escrever sobre o carácter dele, se é boa ou má pessoa, limitei-me a comentar uma situação. Para além disso, não sou obrigado a partilhar das vossas opiniões ou ser vosso amigo ou amigo dos vossos amigos.

O texto não era para debater se ele era impecável ou um filho da puta, não era isso que estava em causa. A minha discordância ou concordância com as pessoas não está dependente de elas serem impecáveis ou não. A minha opinião não costuma estar dependente de os outros serem porreiros ou não, está dependente do que dizem e fazem. Eu sei que isto não é muito usual, mas eu sou assim: gosto de ser diferente.

Pessoalmente, não tinha nada contra o André Azevedo, tirando o que foi dito publicamente não existe uma conspiração ou motivos ulteriores: estava a emitir uma opinião e satirizar uma “notícia”.

Santa Hipocrisia!

A Disney sempre se manteve distante das temáticas de cariz social, político e religioso, temas que eram característicos do Charlie Hebdo. Na Disney, assim como na Marvel ou na DC, existem restrições criativas a nível do argumento e arte, e isso não é ser Charlie.

Estou a parafrasear um comentário que, basicamente, diz aquilo que devia ser óbvio: a Topolino não é o Charlie Hebdo. Algo que os pavões com pretensões a relevância socio-política têm consciência, mas que aqui não é facto relevante. O que interessa é malhar na Disney!

Caso a capa fosse publicada malhava-se – como se malhou em outras iniciativas semelhantes – por serem hipócritas e aproveitarem-se da tragédia, afinal a Topolino não é o Charlie Hebdo. No fundo é essa a dialética “bedófila”.
No fim do dia, a pretensa “denúncia” da censura, efectuada pela Disney, não é mais do que conversa de pavões de aldeia com pretensões a relevância política, social e cultural.

É conversa de treta, ou alguém duvida que a brigada anti-patos também se insurgiria contra “a exploração capitalista, por parte dos patos fascistas, de um atentado contra uma publicação de esquerda”?

Mas o mais giro disto tudo é que a malta fica muito ofendida com a “censura” da Disney, mas depois vem-me pedir para retirar um texto que não lhes agrada.

Já comentei o teu texto publicamente mas peço-te aqui em privado o favor de retirares o texto que publicaste e de não voltares a publicar textos que me incluam de forma abusiva. André Azevedo
Isto um tipo tem de ter noção da realidade! Pode-se brincar com a religião e a política, agora não se brinca com os “VIPs” da BD nacional! E, aparentemente, existe quem considere que não posso dizer o que quero no meu site. Algo que é perfeitamente justo e até parece que o melhor é eu pôr-me “fino”!
Espero sinceramente que isto fique por aqui e põe-te fino Bruno porque não sou de trocar argumentos escritos durante muito tempo.
André Azevedo

É por esta e por outras que muita gente se insurgiu contra os “Je Suis Charlie”, cá pelo burgo. A malta gosta muito de liberdade de expressão, quando não lhes toca à sua porta ou à dos amigos. Opá, vão mas é pó caralho meus hipócritas de merda!

Aviso: É a partir daqui que começa um requintado exercício na arte de bem insultar e fazer corar as pedras da calçada. Sigam por vossa conta e risco, eu avisei… por isso depois não se ofendam, é que a linguagem vai ser bastante agressiva.
Não gostam de comentar em blogues?

É giro como existe malta que só tem interesse em falar comigo – e até querem ir tomar um cafezinho! – quando digo algo que não lhes agrada, ou quando sou “mau” para os amigos.

Aí a malta já quer falar e vem pedir satisfações em privado sobre o que escrevo em público. Isto um tipo tem de ter cuidado com o que diz. Tem de se pôr fino!

Olhem lá minhas abéculas, tipo Manuel Espírito Santo, se não me conhecem, se não falamos em privado sobre nada, excusam de me vir falar para me pedirem satisfações sobre os textos que escrevo. É uma perda de tempo para mim e para vocês, não existe nada que vos diga em privado que não vos diga em público, tirando meia dúzia de caralhadas, que por aqui, tento manter o nível, hoje estou a abrir uma excepção para umas bestas se sentirem em casa.

E olhem, eu tenho muito pouca paciência para estar a discutir o meu carácter ou o de outras pessoas, em particular em privado. As conversas privadas que tenho com a “malta da BD” é sobre “trabalho”, coisas que têm para divulgar e afins, sendo que é algo que já me ocupa bastante tempo, dispenso estar a perder tempo com conversa de merda.

Escusam de me vir perguntar se quero “ser respeitado” ou qualquer merda do género e, acima de tudo, poupem-me à treta da hipocrisia bacoca do: “Eu sou imparcial!” Em particular, quando o único motivo porque emitem opinião é por se estar a falar de um amigo vosso e estão mais interessados em falar do carácter das pessoas do que de factos.

Caso pretendam ver esta “treta toda ao vivo” eu faço-vos a vontade. Agora, desculpem lá eu não ir ao Porto para tomarmos um “cafezinho”, mas isto anda mal de finanças e a viagem sai cara, mas quiserem vir a Lisboa também já se dá um jeito. Até porque se têm muita urgência de falar de “homem para homem”, não percebo o motivo para ficarem a aguardar uma visita.

No entanto, eu não percebo bem estes pedidos para “cafezinhos” de quem, aparentemente, nada tem em comum comigo e cujo único objectivo é discutir o carácter de pessoas, em particular o meu, que sou mau para a “malta”.
Olhem, querem começar a conversa por onde? Por eu vos mandar para o caralho ou à merda? É que se não gostam do que digo, não concordam com o que eu digo, querem falar do quê? É para sermos amigos, em nome da nacional-hipocrisia das amizades bedófilas?

Não tenho paciência para essas merdas, para além disso, segundo consta, até existe quem fica chateado comigo só devido à maneira como eu olho para as pessoas. Olhem, depois não se queixem, mas parece que eu para gozar com as pessoas nem preciso de falar!

Façam-me um favor, poupem-me às bravatas do “quero ver essa conversa ao vivo”. Ainda por cima com a hipocrisia do ”não comento em blogues”, como isso fosse por serem superiores aos outros, em vez de ser por falta de colhões e, acima de tudo, para poderem mudar o discurso consoante as circunstâncias, e as pessoas com quem estão a falar.

A única vantagem das conversas privadas de café é poder dar o dito pelo não dito, mas como eu não tenho problemas em assumir o que digo, prefiro o debate em fóruns públicos, assim ninguém fica com dúvidas sobre o que eu disse ou deixei de dizer.

As únicas conversa privadas que tenho interesse e (preciso ter) com a “malta da BD” é referente aos projectos (edições, eventos e afins) em que colaboramos ou, na maioria dos caso, aqueles a “malta” têm para divulgar no aCalopsia, porque eu até tenho andado a escrever mais sobre o trabalho dos outros do que a desenvolver projectos criativos meus.

A secção de comentários do aCalopsia existe para quem quiser comentar e se não somos amigos, se não me conhecem, podem ter a certeza não vos digo nada em privado que não vos diga em público, tirando o mandar-vos para o caralho. É que eu (até) tento manter as coisas civilizadas por aqui, quer na secção de comentários, quer nos textos.

Censura no aCalopsia

Já agora, estejam à vontade para me chamar de facho e outros mimos mas, na secção de comentários do site ou da página de Facebook do aCalopsia, os comentários insultuosos são apagados e, caso seja necessário ou se se considere pertinente, até os tipos “impecáveis” são banidos.

Se quiserem trocar insultos ao vivo ou em privado estejam à vontade, mas tento manter um pouco o nível. Neste texto é que estou a abrir uma excepção, para falar de maneira a que os animais entendam.

É que, sinceramente, meus filhos da puta vão pó caralho que já estou farto de conversa de merda, dos “amiguinhos”, dos pavões com complexos de superioridade – armados em senhores da verdade – defensores da sua moral hipócrita e dos bons costumes.

Conselhos para gente estúpida

Não querem “aturar palhaçadas”?
Não sejam palhaços.

Não querem que as pessoas leiam a merda que dizem?
Não escrevam merda.

Não querem que as pessoas comentem a merda que dizem?
Não publiquem merda em sítios públicos, e olhem que a malta até agradece!

Deves é passar horas a chafurdar nos blogues dos outros à procura de “polémicas”, o que de resto era o que os fachos da pide faziam (e ainda fazem).
André Azevedo

E, por último, o mais importante: enfiem o facho (aceso) pelo cú acima que vos fazia bem. Essa merda dos pretensos anti-fascistas que não sabem conviver com as opiniões alheias, e gostavam de poder determinar o que os outros dizem, ou gostam, já mete nojo.

E para terminar

Quanto ao resto… Queridos, eu dia destes ainda perco mais tempo convosco, agora tenho mais que fazer. Desculpem lá não estar muito preocupado com as “amizades” ou sequer com as repercussões das minhas palavras. Já sou grandinho o suficiente e não tenho nenhum problema em falar com as pessoas, online ou em carne e osso: à duas décadas que me andam a prometer porrada devido ao que digo se calhar um dia destes até acontece! Mas, como eu sou um gajo altruísta – e gosto mais de dar do que de receber – só não recebem troco se eu não puder.

Por isso André e Manel, fiquem bem meus cabrões.

(Contribuição do dia para a secção “mimos” musicais.)

A programação normal segue dentro de momentos, pedimos desculpa por esta interrupção.

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10 Comments

  • Entrando na onda e para esclarecer os leitores de aCalopsia sobre o início de toda esta “polémica”, reproduzo aqui o conteúdo de e-mail’s trocados como o Bruno Matos em 2013:

    ………………………………..
    Bruno Matos (22/08/13)
    “Olha, caso não tenhas problema em te associar a elementos indesejáveis, estás convidado para colaborar como blogger convidado no aCalopsia com críticas (a álbuns editados em portugal, ou distribuídos em portugal, preferência obras de autores nacionais).”

    André Azevedo (05/09/13)
    “Obrigado pelo convite e não tenho o mínimo problema em associar-me a pessoal de uma qualquer suposta lista negra, mas mal tenho tempo para escrever para o meu blogue e estou envolvido agora noutros projectos editoriais.

    Mas também vou-te ser sincero, como aliás sempre serei, acho que foi de um péssimo mau gosto gozar com uma fotografia da Maria José Pereira, bem como achares estranho que a amizade que o Nuno Amado ou o Santos Costa têm pela Maria José lhes tire alguma imparcialidade. Nada mais natural e ainda bem que assim é. Não somos máquinas.

    Mas essas reacções entram num campo muito pessoal e marcaram o nodo [modo] de “estar” da “nova” aCalopsia.”
    ………………………………………………

    Basicamente é isto, se não estão com o Bruno Matos, então estão contra ele.
    Não tenho mais nada a acrescentar por escrito.

    • Quem é o Bruno Matos? A sério?

      André deixa-me esclarecer-te que não foste a única pessoa convidada para colaborar no aCalopsia, fartei-me de fazer convites, uns aceitaram, outros recusaram.

      Aliás ao fim de 20 anos o que não tem faltado é malta a recusar convites meus, pelos mais diversos motivos.

      Já agora a grande piada, é que um dos motivos por te ter convidado foi precisamente o teu conhecimento de BD Disney e italiana no geral, e porque ando a ver se encontro alguém que goste tenha paciência para fazer copy paste de press releases.

      O único motivo para te desancar foi teres dito MERDA, e seres daqueles idiotas sem espinha que gosta de ser opinion maker sem ter opinião, que dá uma no cravo e outra na ferradura: hipócritas de merda.

      Depois, aquele de teres mudado do Sotão para a Garagem, foi mesmo de rir.

      Ó André tu pertences aquela raça dos tipos que são gozado e fazem de conta que não é nada com eles. O respeitinho é muito bonito, por há malta que pode gozar com a tua cara à vontade que tu depois ainda lhes vais beijar o cú.

      Eu não me chateia a malta não estar comigo, chateia-me é a malta que está contra mim, os hipócritas dos pavões.

      Sabes, é que um dos motivos porque eu convidei e convido malta para colaborar no aCalopsia é por não ter o desejo de ser “divulgador”. Quero é ter um site informativo com qualidade, e não tenho nenhum problema, em publicar textos dos outros, ou partilhar o protagonismo com outros.

      Agora existem uns pavões, como tu, que só existem (no meio da BD) por terem um blogue, e só estão preocupados é em ter o SEU blogue, o SEU espaço. Em serem DIVULGADORES, quando no fim do dia a divulgação que é feita é basicamente copy paste, ver as diferenças entre os textos publicados nos diversos blogues dá vontade de rir, porque caso contrário, era para chorar.

      Já agora, ó meu hipócrita sem colhões: estás ofendido pela maneira como eu falei com a Maria José Pereira? Olha e os insultos cobardes que o Marcos Farrajota fez à Maria José, a coberto do anonimato da Bedeteca Anónima? Esses não te ofendem meu cabrão?

      É que eu que nem concordo com ela, não aprovo o modo como ele falou da Maria José, mas a ti não te interessa. Que a tua moral está dependente das pessoas que falam, uns até podiam cagar-te em cima, que tu agradecias! Outros queres que te respeitem.

      Já agora, ainda vou ter de confirmar os mails, é que tenho a impressão que fizeste aí uma montagem um bocado marada de comentários.

      Mas é claro é que também posso estar equivocado, e tu está a falar das conversas que tiveste com o Bruno Matos e não com o Bruno Campos

      • Pelos vistos não sou tão bom assim no copy paste.
        Matos… Campos… no teu caso a merda é a mesma.
        E não há montagem de comentários, não estive é para reproduzir tudo. Faz tu isso, porque estou a ver que tempo livre não te falta.
        Eu considero-me um divulgador de bd e apenas isso.
        Quanto ao resto, falas, ou melhor especulas, sobre o que não sabes.
        Mas segue lá com a palhaçada…

      • Eu fiz-te perguntas? Não queres responder é problema teu!

        Ouve lá, isto é simples: se eu “gozar” com a Maria José é reprovável e os outros insultarem não é?

        Porque motivo é que se consideras esse comportamento tão reprovável não falaste, antes? Em público? Quer no meu caso, quer no de outros?

        Isto é muito fácil insultar os outros, como tu fizestes, fazer insinuações e acusações como tu fizeste e depois não justificar.

        Dizer que os outros estão errados, é fácil, explicar porquê é mais complicado.

        Se não sei do que falo, elucida-me!

        É que até agora não fizeste mais nada do que estar a dizer banalidades, porque mencionei o teu nome.

        Em relação aquilo que eu disse não apresentaste argumentos, só insultos e ataques. E olha, eu até posso ter-me divertido a insultar-te e ao Manel, mas por entre os insultos, estão lá muitos argumentos, que nada têm a ver com amizades ou inimizades.

  • Boa tarde. Pessoa amiga enviou-me esta ligação ao ver discutido o meu nome. Constato ao ler na diagonal esta página que os velhos hábitos da banda desenhada portuguesa permanencem vivos, e não consigo chegar ao fim sem me sentir coberta de vergonha. A leviandade, a baixaria! Não sei o que é pior, se o blogue de divulgação que chama de ca– aos outros, ou aquele que faz ameaças físicas. Passo a fazer questão onde e com quem quer que trabalhe: colaborar com os blogues sim, mas não a qualquer custo, pelo que deixarei de enviar e de recomendar que se envie informação para os vossos ditos sites. Agradeço também não ser mencionada novamente na conversa, caso contrário terei que falar com o meu advogado. Obrigada e até nunca

    • Maria José, peço desculpa pela menção do seu nome neste contexto, mas isso é um facto a que sou alheio.

      A conversa não tinha, mesmo nada a ver com a Maria José Pereira, mas existe quem sentisse necessidade de mencionar o seu nome, para ver se ganhava “simpatia” popular, recuperando conversas antigas. Num simples tentativa de desviarem a atenção.

      Quanto à leviandade e baixaria, tem razão, mas deve saber tão como eu, que é comum, à boca pequena e em particular. Eu é que não tenho muita paciência para conversas de café, e se e malta gosta de andar em insultos, ameaças e afins, não tenho qualquer problema de o fazer publicamente.

      Quanto ao envio ou não de informação para o aCalopsia, é uma opção que lhe assiste a si e a qualquer editora.

      Só quero salientar três detalhes:

      1 – As minhas declarações são da minha única e inteira responsabilidade, e não são aprovadas pelos colaboradores, que não são consultados sobre a matéria. E no dia em que se cansarem com à vontade para para saírem que a porta está aberta e agradeço as colaborações.

      2 – As vantagens ou desvantagens do envio de informação para o aCalopsia é algo que não terei qualquer problema em discutir consigo, em outro contexto, que neste não é mesmo o local. A única coisa que o não envio, de informação de qualquer autor ou editor garante é a não divulgação dessa informação, porque como tem sido regra até aqui, sempre se divulgou banda desenhada, mesmo sem colaboração dos autores e editores.

      3 – O aCalopsia continua a ser, para mim, o melhor projecto de divulgação, dentro dos sites/blogues generalista. Se existem pessoas que preferem esquecer esse detalhe e só olhar para as polémicas, não é problema meu. Prefiro falar com as pessoas de modo civilizado, agora quando as pessoas gostam de partir para as insinuações, insultos e ameaças, tenho qualquer problema de ir por esse caminho.

    • Deixo aqui publicamente as minhas desculpas à Maria José Pereira, ao Nuno Amado e ao Santos Costa por ter indevidamente mencionado os seus nomes num assunto que nada tem a ver com eles. É algo que nunca fiz antes – revelar publicamente conversas privadas – e terei mais cuidado para não voltar a fazer no futuro.

      • Ó André, depois de teres puxado o assunto duas ou três vezes, só agora é que aprendeste que devias meter os outros nos teus problemas? Foi preciso puxarem-te as orelhas? Bem… mais vale tarde do que nunca!

  • Xoninhas,pá!

    Ameaçam-vos com advogados e metem a viola no saco?

    Logo agora que isto se estava a tornar divertido e que o circo ia pegar fogo.

    Que medo haviam ter da velha Castafiore, canalhada!

    Há que fazer valer a vossa descendência de Bordalo Pinheiro – o verdadeiro pai da BD portuguesa – e falar sem medos, nem papas na boca.

    Não vos manda mais e-mails da treta para fazer copypaste para os vossos blogs? Azar o dela, não são vocês que estão a tentar fazer concorrência à Asa.

    Peço ao patrão Bruno que não apague comentários com c@r@lh@d@s. É isso que torna viva uma secção de comentários de um site. Não somos ‘Kingsmen’, mas sim Zé Povinhos desbocados. Dizer umas asneirolas entre frases inteligentes faz parte da nossa identidade nacional.

    • Isto não tem nada a ver com “medo de advogados” a conversa não tem nada a ver com a Maria José, o nome dela nem é mencionado no texto.

      Os comentários escatológicos continuam a não ser tolerados. Torna uma secção de comentários mais viva, mas também transforma o ar irrespirável, as pessoas utilizam os insultos para estar a denegrir gostos alheios.

      A generalidade da “malta da bd” não gosta dos mesmos tipos de BD e na maioria dos casos parece estar é mais interessada em mandar a baixo quem não tem os mesmos gostos – a falar de cuecas e afins – do que em falar de BD.

      Este texto foi mesmo para ser asneirada pura e dura, a minha paciência para ser educado tem limites, mas não é mesmo para ser regra, quer nos textos quer nos comentários, é a excepção.

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