Inauguração do AmadoraBD 2108

Não é gralha, minha, o festival resolveu proporcionar-nos uma viagem ao futuro!

Na página de Facebook do AmadoraBD foi publicado uma álbum com imagens da inauguração de 2108! É mais uma daquelas falhas de a que o evento já nos habituou, porque a organização parece não ter noção de que Amadora é o nome da cidade, não é suposto ser adjectivo para a organização do evento…

Eu peço desculpa, por me ter enganado na data, não é a inauguração de 2018 como eu tinha mencionado na primeira versão do artigo, mas de 2108, que o festival está muito à frente!

Contudo, apesar da gralha a verdade é que a inauguração de 2018 vai ser parecida com a de 2017, afinal a Senhora de Vermelho (a presidente da Camâra), os vereadores e o director do festival vão andar a passear pelos corredores do evento. É usarem a mesma roupa no próximo ano e poupa-se dinheiro em fotografia da inauguração de 2018.

Para quem não conseguir identificar o director do festival deixo-vos uma dica: à mais de uma década que é a única constante no festival em conjunto com as falhas habituais a que os visitantes já se habituaram. Os elenco camarários até podem mudar, mas existem coisas que se mantêm.

E já que estou numa de comentar gralhas do festival, não dá para evitar comentar umas que surgem na informação sobre os PNBD.

O homem que passeia, de Jiro Tanaguichi foi editado pela Devir e não pela Levoir, Parker – que está nomeado para o PNBD de melhor àlbum estrangeiro – é nome de uma série e não de um álbum. A Devir editou em Portugal os quatro volumes dessa série, por isso fica a dúvida sobre qual é que está nomeado…

Não existe nenhuma editora chamada Chile com Carne, existe a Chili com Carne, a qual é a rainha das nomeações para os PNBD com oito nomeações, mesmo assim conseguiram enganar-se no nome da editora.

Estas gralhas foram corrigidas na informação que publiquei aqui no aCalopsia, com excepção do álbum da série Parker, porque não adivinho quem é que o júri do festival queria nomear. Se eles não sabem o nome do álbum que é suposto terem lido não sou eu que o vou adivinhar!

Para quem quiser ver fotos do festival aqui no aCalopsia, este ano está com azar. É que não estive para andar a pedir a fotógrafos que são profissionais para andarem a trabalhar de borla, infelizmente não dá para remunerar o trabalho deles, quando os profissionais remunerados do organização não se dão ao trabalho de promover ou fornecer informações atempadamente.

Para além disso,apesar de as exposições serem a grande apostado festival, a organização não parece muito interessada em divulgar fotos das mesma. Caso contrário, ao invés de termos quarenta fotos da senhora de vermelho a passear pelos corredores do evento, tínhamos fotos das exposições.

Apesar de seja de salientar que existem videos de visitas guiadas às exposições na página do evento.

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