A arte de Diniz Conefrey

Diniz Conefrey considera que poderia dizer-se que não convive mal com a definição de autor de banda desenhada. Contudo, na raiz, molda-se como um ilustrador já que “mesmo as frases escritas, penso-as sobretudo como expressão de uma imagem, sobrepondo-se esta linguagem à sua capacidade última de verbo literário.”

Os Poetas do Fado

Memórias Topográficas

Diniz Conefrey vêm produzindo BD à várias décadas, tendo publicado em diversos fanzines, álbuns e revistas. Ministrou cursos de formação de BD, teve diversos trabalhos expostos em Portugual e no estrangeiro. O seu trabalho econtra-se publicado em diverso álbuns individuais e colectivos , como:

  • Noites de vidro, ed. CML/Bedeteca de Lisboa, 1991
  • Vida de Preto, ed. Dinossauro, 1994
  • O Síndroma de Babel e outras histórias, CMA/FIBDA, 1996
  • Curso de banda desenhada 1996-98, ed. Fundação Calouste Gulbenkian
  • Jornais, séries e periódicos portugueses, ed. Parceria, 2000
  • Arquipélagos, ed. Íman, 2001
  • Portugal -História e Lendas, ed. Caminho, 2001
  • Cochquixtia-O Despertar, ed. Devir, 2003
  • El Rei D. Joaquim e a Rainha D. Maria, ed. Roma, 2001/2009
  • O Mosteiro de Alcobaça, ed. Tugaland, 2007
  • OS Labirintos da Água, ed. Quarto de Jade, 2013

09-O-Livro-dos-Dias

Assim, no fundo, julgo que somos naturalmente mais intérpretes do que autores. Exprimindo, de um ponto de vista particular, uma experiência cujo contexto é sobretudo colectivo.

Mais informação sobre o autor podem ser encontradas no site Quarto de Jade (projecto em parceria com Maria João Worm), sob esse nome existe também um blog onde publica alguns ensaios sobre BD, para além de divulgar projectos presentes e passados.

Autor, editor, procrastinador profissional e irresponsável mor.

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