Central Fest Comic Con Portugal: Jesus Fala!

Não me perguntem o motivo, mas Hugo Jesus, co-fundador do portal Central Comics e organizador de diversos eventos, resolveu vir esclarecer publicamente (de novo) a sua relação com a Comic Con Portugal.

  1. Hugo Jesus é co-fundador do portal Central Comics
  2. Hugo Jesus reconhece que “para além de ter legendado muitas obras nestes últimos anos,” tem “vindo a ajudar pessoas e entidades a fazer um trabalho melhor, e não” se tem “vangloriado por isso”
  3. Hugo Jesus indica que projectos como “Troféus Central Comics, por exemplo, não” foram criados para ele “ter o protagonismo”.
  4. Hugo Jesus foi o organizador do Yukimeet , Anigamix, Portusaki, Central Comics-Con e Central Comics Fest, cuja evolução de projectos e objectivos é detalhada.
  5. Hugo Jesus não é organizador da Comic Con Portugal, a empresa organizadora é a CITY: Conventions In The Yard (isso não estava já esclarecido?)
  6. Hugo Jesus teve contrato com a CITY entre Janeiro e Junho deste ano, altura em que este foi terminado. Em 2013, Hugo Jesus foi abordado pela CITY, tendo o contrato celebrado surgido no início deste ano, no seguimento desse contacto.

Depois existem mais detalhes relativamente à sua colaboração com a CITY e as confusões entre Central Comics-Con, Comic Con Portugal e Central Comics Fest.

Ao surgirem as primeiras notícias acerca do evento Comic Con Portugal, nomeadamente em redes sociais e sites de informação de renome, foi presumido, por alguns grupos de pessoas, que a convenção seria apenas uma evolução dos eventos Central Comics organizados por mim, Hugo Jesus – o que não correspondia à verdade, mas, apesar de provir de uma minoria, esta “desinformação” chegou aos ouvidos de muitas entidades relevantes e interessadas em participar no Comic Con Portugal, colocando em causa a sua verdadeira origem e intenção. O Comic Con Portugal é um evento independente, sem qualquer ligação aos eventos que organizei a nível pessoal anteriormente. Aliás, tinha até sido acordado, em Janeiro, que em virtude da colaboração, o evento Central Comics-Con (que teve lugar em 13 e 14 de Julho de 2013, no Hard Club – Porto) fosse extinto, ficando eu a trabalhar em exclusivo para o Comic Con Portugal. Todas as minhas energias estariam, assim, canalizadas para aquele que pretende tornar-se o maior evento do género em Portugal.

Devido à confusão entre eventos e organizadores, por mútuo acordo foi aberta a excepção para a realização de mais um evento “Central Comics”, que ganhou o nome de Central Comics Fest (e teve lugar a 12 de Julho deste ano, no Hard Club – Porto), com a intenção não só de demarcar a diferença entre os nossos dois eventos/entidades, bem como dissociar o público de qualquer confusão, e tentar efectuar a prova de que o Comic Con Portugal não era um evento meu – ajudando ainda, para tal, a mudança de “Con” para “Fest”.

De salientar que no site do evento foi indicado que a mudança de nome do evento Central Comics, era derivado ao facto de “Comic Con ser agora uma palavra registada em Portugal”.

Existem também uma revelação algo surpreendente acerca do decano site informativo:

Relativamente ao portal de informação Central Comics, já não busco o exclusivo, ou o “em primeira mão” para o site.

No longo texto publicado na portal Central Comics, só falta serem enumeradas as pessoas que têm um “ódio de estimação” pelo Hugo Jesus, quais as calúnias de que tem sido vítima e a quem é dirigido o texto.

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3 Comments

  • O homem tem razão no que escreve e é claro nas suas explicações.

    Existem é muitos “velhos do restelo” que primeiro desconfiavam da “City” e agora andam atrás deles como os ursos do mel que continuam a alimentar estes ódios estúpidos em vez de uma vez por todas se construir uma verdadeira comunidade de apreciadores de BD que remem todos com o mesmo objectivo de fazer da Nona Arte uma arte respeitada em Portugal.

    Que a Comic Con Portugal seja uma oportunidade de se enterrar machados de guerra e de fazer ver ao país que a Banda Desenhada é algo de espectacular.

    • A entrada da City foi pouco “convencional” e teve graves erros de comunicação, têm vindo a recuperar, mas a estratégia de comunicação foi má, estou a dizer isso com base em comentários de pessoas alheias ao meio da BD. Consumidores ocasionais que nem andam por dentro dos mexericos.

      O texto não é assim tão claro como isso, eu indico alguns dos pontos que não são esclarecidos e existem outros que ficam por esclarecer, nem são muito relevantes, isto está mais como registo e nesta história existem poucos inocentes.

      O “enterrar machados de guerra” é muito optimismo da tua parte, não é possível enterrar machados de guerra quando se fala mais de pessoas do que de factos e todas as avaliações feitas parte de um principio pessoal, para satisfação de egos pessoais.

      Em particular existe uma tendência para dizer meias verdades, não admitir a existência de outras pessoas. Os alvos das críticas não são nomeados – aqui, como não o foram antes quando o alvo era o Hugo Jesus – isso é algo que é defeito cultural, que se estende para além da BD.

      Como dizia esse grande filósofo português, chamado de Octávio Machado: “Vocês sabem do que é que eu estou a falar!”

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