As Incríveis Aventuras de Dog Mendonça e Pizzaboy

Título: As Incríveis Aventuras de
Dog Mendonça e Pizzaboy
Argumento: Filipe Melo
Desenho: Juan Cavia
Cor: Santiago Villa
Editora: Tinta da China
ISBN: 978-989-671-027-9

Um lobisomem com uns quilinhos a mais, um entregador de pizzas que não consegue ter coragem para convidar a sua paixoneta para sair, um demónio no corpo de uma criancinha e uma gárgula são as personagens centrais de vários clichés bem encaixados.

Tendo como base a II Guerra Mundial e criaturas sobrenaturais que procuraram abrigo em Portugal, os nossos estranhos heróis vêem-se a braços com a tarefa de defender o mundo de um perigoso inimigo que é agora um zombie…

Não é de todo uma história original que deixa o leitor surpreendido com as reviravoltas que tem. No entanto está bem construída ao ponto de que quem lê não se vai queixar desses pormenores.

Para quem procura humor em bom português, e com uma qualidade de desenho simplesmente maravilhosa, tem aqui um excelente trabalho de Filipe Melo e Juan Cavia passado na cidade de Lisboa.

 

Também conhecida como Pantapuff é blogger desde 2007, fundadora da Nanozine, colaboradora da ISF, e tem colaborado com a Sanktio Comix e Lusitânia entre outros projectos. Actualmente está a concluir o seu 2º mestrado.

3 Comments

  1. Se fosse publicada uma “crítica” de meia-dúzia de linhas em qualquer outro blog, tenho muita curiosidade em saber o que dirias, Bruno. Enfim, uma crítica tão “maravilhosa” quanto a arte do Pizza Boy (e esta minha opinião é pública, por isso escusam de criar polémica à volta dela).

  2. Eu diria que uma crítica de 500 caractéres é coisa comum, seja em blogs seja em revistas e jornais e já tive escrevi a minha dose de críticas curtas. Mas em príncipio e dependendo da dísponibilidade dos colaboradores, as próximas críticas são capazes de ficar entre os 1500 e 3000 caractéres.

    Contudo para quem tem poder de sintese é possivel fazer uma critica curta que dá uma boa ideia de qual é o conteúdo e qualidade de uma obra.

    Quanto ao facto de não gostares da arte do Cavia e do Villa, é uma opinião ou questão de gosto. Tu não gostas existe quem gosta.

  3. Quando a cítica Alexandra Rolo escreve “(…) um excelente trabalho de Filipe Melo e Juan Cavia (…), está a nomear apenas o argumentista e o desenhador.
    Ora tendo sido a banda desenhada realizada a cores (e não é nada despicienda esta componente da obra em apreço, antes pelo contrário), o nome do colorista Santiago Villa está a ser injustamente omitido.
    GL

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